menina do céu, se eu conta você nem acredita...
domingo, 29 de julho de 2007
domingo, 22 de julho de 2007
nada consigo fazer
quando a saudade aperta
foge a minha inspiração
sinto a alma deserta
um vazio se faz em meu peito
e de fato eu sinto em meu peito, um vazio
me faltando as suas caricias
as luzes são longas
e eu sinto mais frio
procuro afogar no álcool
a tua lembrança
mas noto que é ridícula
a minha vingança
vou seguir os conselhos de amigos
e garanto que não beberei nunca mais
e com o tempo essa imensa saudade
que sinto
cismar.
MONÓLOGO
Eu te vi
E sorri
E eu li
Em teus olhos
Eu me perdi
Eu caí
Eu sent
iToda dor,
Juro, eu me feri.
Em chão duro
E agora, impuro,
Já não mais me curo.
E então,reli os teus olhos
E ri de todos,
De mim,
De ti,
De nada.
Eu me partiem cacos,
Em cores,
Em casos,
Em ecos.
Ator, eu fingi
E apareci
Normal
Ignorando todo o
Absoluto mal.
Quando eu te conheci
Eu revivi
E senti
Tudo.
Quando me disse não
Eu desobedeci
E sofri
E corri
Tal como um cão.
E não morreu só a ilusão:
Eu, também,
Como não?
Morri!
Eu te vi
E sorri
E eu li
Em teus olhos
Eu me perdi
Eu caí
Eu sent
iToda dor,
Juro, eu me feri.
Em chão duro
E agora, impuro,
Já não mais me curo.
E então,reli os teus olhos
E ri de todos,
De mim,
De ti,
De nada.
Eu me partiem cacos,
Em cores,
Em casos,
Em ecos.
Ator, eu fingi
E apareci
Normal
Ignorando todo o
Absoluto mal.
Quando eu te conheci
Eu revivi
E senti
Tudo.
Quando me disse não
Eu desobedeci
E sofri
E corri
Tal como um cão.
E não morreu só a ilusão:
Eu, também,
Como não?
Morri!
quinta-feira, 12 de julho de 2007
você sabe que é pra você
Não sei pra você, mas pra mim o tempo passa tão rápido
E eu só queria, sei lá, escreve um pouco mais sobre o cotidiano, mais sobre a morte, mas que jeito se sinto tão viva dentro de você? Porque o meu nem eu sei dizer. E você, dá impressão que só quer brigar, to farta disso... faço tudo pra não te ver, mas me faço mais ainda, só pra perceber que a cada dia, eu to mais bonita pra você.
Eu sei que a gente não tem nada, simplesmente um vão em qualquer coisa que se sinta, mas mentir eu não tenho as caras. EU AMO VOCÊ. E o pior, você sabe disso meu, eu acho.
Lendo qual poema que todo dia tento, e nunca consigo, sobre você.
E é tão difícil alguém que se tenha tanto carinho, mandar pro inferno só pra testar, sei lá, em ter mais em quem ninguém pensar... eu tento todos os dias, nos poucos que nos vemos, você vê isso. Eu percebo você em cada esquina e tenho a impressão que a cada esquina, você me senti e que tem raiva, tudo bem, pra mim ta tudo bem, desde que você suma mesmo, pode ir, meu coração agradece, só não venha mais desgraçar minha ida quando eu já estiver acostumada.
E eu só queria, sei lá, escreve um pouco mais sobre o cotidiano, mais sobre a morte, mas que jeito se sinto tão viva dentro de você? Porque o meu nem eu sei dizer. E você, dá impressão que só quer brigar, to farta disso... faço tudo pra não te ver, mas me faço mais ainda, só pra perceber que a cada dia, eu to mais bonita pra você.
Eu sei que a gente não tem nada, simplesmente um vão em qualquer coisa que se sinta, mas mentir eu não tenho as caras. EU AMO VOCÊ. E o pior, você sabe disso meu, eu acho.
Lendo qual poema que todo dia tento, e nunca consigo, sobre você.
E é tão difícil alguém que se tenha tanto carinho, mandar pro inferno só pra testar, sei lá, em ter mais em quem ninguém pensar... eu tento todos os dias, nos poucos que nos vemos, você vê isso. Eu percebo você em cada esquina e tenho a impressão que a cada esquina, você me senti e que tem raiva, tudo bem, pra mim ta tudo bem, desde que você suma mesmo, pode ir, meu coração agradece, só não venha mais desgraçar minha ida quando eu já estiver acostumada.
terça-feira, 10 de julho de 2007

Fones
O cotidiano eu tento observar
Mas meus ouvidos não me deixar olhar
Os fones branquinhos
Me segura cismar
Ate onde posso me virar
E os teus olhos
Eu digo: nem coragem eu tento, estar.
Cravo os meus, sem receio
No chão sujo escarros rolarem
Sempre rola, carros
Voe, decole
Nas ruas que um dia morrerei
Se coragem os meus fones
Se enrolarem
Mas meus ouvidos não me deixar olhar
Os fones branquinhos
Me segura cismar
Ate onde posso me virar
E os teus olhos
Eu digo: nem coragem eu tento, estar.
Cravo os meus, sem receio
No chão sujo escarros rolarem
Sempre rola, carros
Voe, decole
Nas ruas que um dia morrerei
Se coragem os meus fones
Se enrolarem
ps: e eu sempre decido o titulo no final, sempre.
http://www.orkut.com/FavoriteVideoView.aspx?uid=3473312587050151409&ad=1184012965
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Quem me vê sorrindo
Pensa que estou alegre
O meu sorriso
É por consolação
Porque sei conter
Para ninguêm ver
O pranto do meu coração
O pranto que eu verti por este amor
Talvez
Não compreendeste
E se eu disser, não crês
Depois de derramado
Ainda soluçando
Tornei-me alegre
Estou cantando
Compreendi o erro
De toda a humanidade
Uns choram por prazer
E outros com saudades
Jurei e a minha jura
Jamais eu quebrarei
E todo o pranto esconderei.
Pensa que estou alegre
O meu sorriso
É por consolação
Porque sei conter
Para ninguêm ver
O pranto do meu coração
O pranto que eu verti por este amor
Talvez
Não compreendeste
E se eu disser, não crês
Depois de derramado
Ainda soluçando
Tornei-me alegre
Estou cantando
Compreendi o erro
De toda a humanidade
Uns choram por prazer
E outros com saudades
Jurei e a minha jura
Jamais eu quebrarei
E todo o pranto esconderei.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Finda a tempestade
O sol nascerá,
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Levar a vida
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Finda a tempestade
O sol nascerá,
Finda esta saudade
Hei de ter outro alguém para amar.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
A sorrir
Eu pretendo levar a vida,
Pois chorando
Eu vi a mocidade perdida.
Levar a vida
Cartola - Amor Proibido
Sabes que vou partir
Com os olhos razos d'água
E o coração ferido
Quando lembrar de ti
Me lembrarei também
Deste amor proibido
Fácil demais fui presa
Servi de pasto em tua mesa
Mas fiques certa que jamais
Terás o meu amor
Porque não tens pudor
Faço tudo para evitar o mal
Sou pelo mal perseguido
Só me faltava era esta
Fui trair meu grande amigo
Mas vou limpar a mente
Sei que errei, errei inocente.
Com os olhos razos d'água
E o coração ferido
Quando lembrar de ti
Me lembrarei também
Deste amor proibido
Fácil demais fui presa
Servi de pasto em tua mesa
Mas fiques certa que jamais
Terás o meu amor
Porque não tens pudor
Faço tudo para evitar o mal
Sou pelo mal perseguido
Só me faltava era esta
Fui trair meu grande amigo
Mas vou limpar a mente
Sei que errei, errei inocente.
terça-feira, 3 de julho de 2007
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